Não se trata de quem assumirá o Poder

Date:

Operação - 01

por Nilton Ramos

 

A certeza é que habitamos numa pseudo-democracia. Que ainda temos muito que aprender. Incluo aqui, a votar, sem aceitar influências alheias, sejam diretas ou indiretas, como das redes sociais, da imprensa comprometida com determinado grupo político, etc.

Como está não é possível que permaneça. Os Brasileiros são vítimas de uma organização criminosa sem precedentes.

Essa organização tem tentáculos por todos os poderes, e com forte repercussão e interesse de grandes empresas, e na vida política do Brasil.

Não nos interessa se PT e/ou PMDB no Poder, a incompetência dessa gente e seus aliados (parasitas) é notória.

No Parlamento, principalmente na Câmara dos Deputados, a presença como presidente da Casa, de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é vergonhosa.

Jurista Hélio Bicudo, ao lado do advogado Gabriel Azevedo, discursou no ato que movimentou São Paulo. Foto: Gabriel de Azevedo/Redes Sociais.
Jurista Hélio Bicudo, ao lado do advogado Gabriel de Azevedo, discursou no ato que movimentou São Paulo. Foto: Gabriel de Azevedo/Redes Sociais.

A ética, a moral e a legalidade obrigam que esse ‘sujeito’ se afaste do (des)comando da Câmara Federal até que se apure as denúncias que pesam contra ele.

Novas eleições seriam o mínimo a ser feito.  O  processo que reelegeu Dilma Rousseff precisa ser anulado, a chapa e a campanha não foram legítimos. Manter esse (des)governo é tornar ainda mais amplificada a penúria político-econômica brasileiros. Um ato de irresponsabilidade com a coisa pública.

 

Quadro político-econômico insustentável e de corrupção levam brasileiros novamente às ruas. Foto: Redes Socais.
Quadro político-econômico insustentável e de corrupção levam brasileiros novamente às ruas. Foto: Redes Socais.

 

Brasileiros foram neste domingo às ruas. Não vale a pena quantificar quantos protestaram contra a corrupção e são a favor do impeachment da presidente Dilma.

Defender a manutenção do atual quadro é no mínimo um ato de omissão e covardia contra os oprimidos e em favor dos opressores.

Nilton Ramos
Bacharel em Direito; Pós-Graduado em Direito do Trabalho Lato Sensu; humanista e fundador-presidente da ONG CIVAS – BRASIL.

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